quinta-feira, janeiro 25, 2024

Troféu de Oeiras - Valejas

Esta é uma etapa do troféu de Oeiras que me diz muito, pois foi aqui que eu há 4 anos atrás me estriei no troféu. Parece que foi há tanto tempo atrás, antes do COVID, quando eu estava no topo da minha forma, tanto se passou desde lá.

Avançando para a prova em si, que frio terrível que estava naquele dia, 6ºC antes da partida e o que posso dizer em relação ao frio, é que só voltei a sentir a ponta dos dedos quando cheguei a casa e tomei banho de água quente. Ao contrário das outras provas, e porque não estou assim tão em forma, decidi não ir "à morte" logo desde o início, a parte final desta prova é dura e queria guardar alguma energia para o fim. Primeira descida controlada, subida longa para retornar à zona da meta e descida vertiginosa.

 

A partir desse ponto estamos a meio da prova com mais ou menos 3,7kms de prova, agora era começar a dor. Logo ali temos uma curta mas dura parede de 200 metros e depois mais de 1km sempre a subir. Até consegui manter um ritmo decente para uma subida, não posso dizer que tenha tido uma grande quebra. Ligeiríssima descida e depois mais 1,5kms sempre a subir até ao final com aquela dura subida mesmo antes da meta. Ao longo desse percurso consegui manter a minha posição ainda tentei forçar para apanhar quem estava à minha frente na última subida, mas eles não vacilaram muito e eu estava algo distante para os conseguir ir buscar. Acabei com o tempo de 32m52s no vigésimo lugar do meu escalão.

quinta-feira, janeiro 04, 2024

São Silvestre Amadora 2023

Último dia do ano é sinónimo de São Silvestre da Amadora. Depois de no dia anterior ter feito a São Silvestre de Lisboa só tinha um objectivo, fazer esta são silvestre em menos de 45 minutos de modo a garantir o dorsal de sub45 no próximo ano. A minha ideia era não me cansar muito em Lisboa, mas acabou por não acontecer, estava algo cansado e com dores num dos joelhos. Os 2 primeiros quilómetros são os mais duros e consegui fazer uma média melhor que a que necessitava, por isso fiquei ali logo mais ou menos descansado que iria fazer um tempo até melhor do que o que precisava.

Quando o relógio marcou os 5kms estava com 21m40s (aos 5kms oficiais de prova estava com 22m08s), se a prova tivesse os 10kms estaria muito perto dos 43 minutos finais, bem sei que a prova tem um pouco mais de 10kms contudo tinha muita margem para gerir até ao final. A subida dos comando foi dura, é sempre dura, mas este ano parece que me custou mais, cheguei ao topo com o coração a saltar fora. Recuperar até à última subida por cima da linha do comboio e tentar impor um ritmo forte até ao final, era o plano. Correu bem até à parte de impor um ritmo forte no final, naquela parte final a descer deveria de ir abaixo dos 4min/km, facilmente, mas só consegui ir a 4m15s/km. Aqui sim perdi algum tempo e foi a parte que não fiquei tão contente com o meu desempenho. No final acabei com 44m23s, cerca de 1 minuto mais do que esperava fazer quando estava aos 5kms, no entanto abaixo dos 45 minutos. Apesar de ter feito pior tempo que no ano passado estou mais contente com o resultado deste ano, porque estava doente com dificuldades a respirar e no dia anterior tinha tido outra corrida de 10kms. Bem este, espero eu, foi o ano em que bati no fundo por isso para o ano tenho de começar a melhor este tempo.


domingo, dezembro 31, 2023

Retrospetiva 2023

Que ano! Se o último ano foi dos anos mais atribulados da minha vida, este posso dizer que foi o ano de regresso a uma nova normalidade. Foi o ano de encerrar assuntos pendentes, de definitivamente virar a página, de fixar um novo rumo, e a minha espectativa é que o próximo ano seja um ano espetacular, pelo menos tudo está a acontecer conforme desejava de uma forma muito natural, e posso desde já adiantar que o clã Sousa irá ter um incremento. Então aqui ficam os momentos mais marcantes de 2023:

E como é tradição acabar hoje o ano com a São Silvestre da Amadora. Foi um ano muito bom, com altos e baixos mas no final tudo se compôs a meu favor. Que venha 2024!

São Silvestre Lisboa

Das experiencias mais gratificantes que já tive, é assim que defino esta prova. Há cerca de uma semana atrás liga-me o Felício e pergunta - "Estás inscrito para a São silvestre de Lisboa? Qual é o teu objectivo?" - ao que respondi - "Vou conter-me porque no dia seguinte tenho a São silvestre da Amadora." - então surgiu a proposta - "Olha não queres levar o Zé que eu não consigo ir?". Obviamente que a minha resposta foi sim, já conhecia o Zé de outra corridas onde o Felício o tinha guiado, e era algo que eu já queria ter experimentado, por isso a minha reposta não poderia ter sido outra.

Durante o aquecimento queria sentia a sensação de empurrar a cadeira de rodas, especialmente a subia a avenida da Liberdade. Durante o aquecimento conheci outro cadeirante através do Zé. Na altura pedi se podia sair ao lado deles visto que não tinha experiência com cadeira de rodas e seria mais fácil se tivesse companhia. Um grupo de corredores rodeou-nos para nos ajudar, entre eles o Maria que ia comigo e disponibilizou-se a não fazer a sua corrida para me ir a abrir caminho.

Dada a partida ao som de Thunderstruck (parecia que estava de volta ao Ironman de Cascais), e esperar 10 minutos para passar a partida pois estávamos mesmo no fim do pelotão. Os primeiros 2 quilómetros foram terríveis, quase impossível de correr, se não fossem o Maria e a Joana (conhecidos agora por equipa Maria Joana) teria sido um pânico e teria atropelado uma dúzia de pessoas, assim só atropelei uma dúzia de vezes o Maria. 


O Zé, também fazia o trabalho bem feito, a gritar constantemente - "Cadeira saiam da frente" - e a gritar comigo - "Mais rápido Tiago!" - ao que eu dizia que não poderia ir, não tinha espaço para passar. Se a maior parte das pessoas quando se apercebia facilitava a passagem e ainda apoiava, mesmo assim ainda houve uns idiotas a refilar que tinham tanto direito de ir a correr como nós, pronto que se pode dizer... 

Quando conseguimos começar a rolar tornou-se bem mais fácil, quase como se não fosse a empurrar uma cadeira de rodas. No Cais do Sodré, já no retorno tive de pedir ao Maria para não apertar mais, tinha de reservar algumas forças para a subida. Aí vinha o empedrado escorregadio e logo de seguida uma pequena inclinação até ao Rossio e logo ali percebi onde estava a grande dificuldade de empurrar uma cadeira, qualquer pequena inclinação era penosa. Passado o empedrado escorregadio do Rossio pensei que talvez o pior já estivesse, mesmo que fosse a subir já não tinha empedrado. Enganei-me, a subida foi uma dor, houve alturas que só olhava para o chão e esperava que o Maria e a Joana me tivessem a abrir caminho para eu não bater em niguém. Tanto que me apeteceu andar mas o Zé gritava - "Força Tiago, és grande, força, mais rápido, tu consegues." - não podia vacilar, com tanto apoio de peso aguentei aquela dura subida. E o Maria sempre a dizer - "Só faltam 200 metros" - eu olhava para o topo para a rotunda do Marquês e respondia - "Sim, sim, 200 metros mais IVA".

Finalmente chegados ao topo, agora era diversão até à meta e esperar que ninguém se metesse à frente, a cadeira de rodas não tem travões e não é fácil parar com a força de corpo, especialmente com o chão escorregadio. Mesmo assim o tempo final foi abaixo de 1h, era o menos importante mas foi bom. Já fiz muitas provas mas esta será uma que não me irei esquecer. Muito obrigado equipa "Maria Joana" e MUITO OBRIGADO ZÉ.


terça-feira, dezembro 19, 2023

Troféu de Oeiras - Cruz Quebrada

De volta mais uma temporada do troféu de Oeiras, com a primeira prova a ser a Cruz Quebrada. Esta etapa nunca tinha feito por isso não sabia bem o que esperar, não conhecia bem o percurso, só do que tinha visto no mapa. Para aquecimento ainda acompanhei o Sebastião em 4kms de aquecimento, já há algum tempo que não treinávamos juntos por isso também foi bom para pôr as novidades em dia.

Indo para a prova, o objetivo era tentar ir ao máximo durante o tempo que conseguisse, sendo que o máximo neste momento anda ali a rondar os 4min/km. Fiquei surpreendido com a pouca dificuldade da prova, certamente e de longe, a prova mais fácil do troféu de Oeiras. A única real dificuldade está na subida entre as piscinas do Jamor e o estádio, não sendo uma subida curta também não é muito agressiva.


Devo dizer que me senti bem durante a prova, talvez melhor do que esperaria, tirando o fim da subida do Jamor, onde estava ofegante, o resto da prova até consegui controlar muito bem o esforço, respiração e frequência cardíaca. Além disso senti que não quebrei em nenhum momento, não fui ultrapassado por muitos durante a prova e também não ultrapassei muitos depois de estabilizar a posição. No final quando vi a linha de meta ainda tentei acelerar para tentar ganhar mais dois lugares, mas quem estava à minha frente também ainda tinha algum "combustível no tanque" e quando me aproximei aceleraram e não consegui ultrapassar ninguém. Não é que tenha feito uma média brilhante, 4m12s/km não é espetacular, no entanto dada a minha falta de treino e últimos resultados, não foi um mau resultado e as sensações também foram boas. O 25º lugar no meu escalão com 31m32s, mostra o quão forte está este troféu.


quinta-feira, dezembro 14, 2023

Novo meio de transporte para o trabalho

Pois é, uma das vantagens de morar perto de Lisboa é poder ter formas mais alternativas de me deslocar para o trabalho. Os cerca de 10kms que separam a minha casa do meu trabalho são feitos em cerca de 30 minutos com uma trotinete elétrica. Não é espetacular, mas é mais ou menos o mesmo tempo que demoraria se fosse a pé até ao metro e depois a pé do metro para o escritório. É cerca de 10 minutos a mais do que de mota, mas ainda é mais barato que a mota e mais seguro, o único problema são mesmo as pessoas nas ciclovias. Por falar em ciclovias, tenho praticamente ciclovia desde a porta de casa até à porta do trabalho, são apenas umas centenas de metros entre a saída da Buraca e a entrada em Monsanto que não tenho ciclovia, em que tenho de ir no passeio ou estrada.


Uma coisa boa é que facilmente se muda entre o passeio e a estrada, ainda não percebi onde é mais seguro andar, mas por enquanto tenho evitado a estrada exceto em situações pontuais onde não é possível ou não é fácil andar no passeio. A autonomia tendo em consideração a potência máxima da trotinete e as luzes ligadas andará nos 15-18kms, podendo ter mais autonomia, sem tirar partido da velocidade máxima. Já me aconteceu ficar quase sem bateria e a velocidade é cortada radicalmente. Uma coisa que afeta muito a autonomia é o declive, e uma das coisas que mais me chateia é a falta de velocidade nas subidas, a velocidade facilmente desce dos 25km/h para os 15km/h com pequenas subidas. O tempo de carga ronda as 5h para carregar totalmente quando descarregada. No fundo acaba por ser uma maneira mais económica e relaxada para me deslocar para o trabalho, quase como ir a passear até ao trabalho e depois passear de volta a casa ao final do dia.




segunda-feira, dezembro 11, 2023

Meia Maratona Descobrimentos

Há mais de um ano que não corria uma meia maratona, nem sequer em treino, o meu máximo deve ter rondado os 17kms em treino. Mas como otimista que sou pensei - Isto é só mais uma meia maratona como dezenas delas que já fiz, a bem ou a mal vou acabar. - quanto ao acabar não estava enganado, nunca pensei é que fosse tão a mal como foi.

Antes do arranque da prova encontrei o Júlio, com quem tinha corrido em Atenas, aquecimento entre dois dedos de conversa e aproveitámos para sair juntos. Arrancámos a um ritmo de 4m10s-4m20s/km, o que para mim estava ótimo, queria acabar abaixo de 1h35m, visto não estar na plenitude da minha forma, e aquele ritmo até me possibilitava ganhar alguma margem para o final. Por volta dos 4,5kms de prova percebi que não conseguia aguentar aquele ritmo, apesar de não me estar a sentir mal (ainda), decidi reduzir um pouco o ritmo, deixar o Júlio ir e eu ficar num ritmo mais confortável.

À entrada do quilómetro 8, passa o Filipe por mim a um ritmo pouco mais elevado que o meu. Ele estava a ajudar outro corredor a manter o ritmo e pensei que era um bom ritmo para seguir. Apesar do ritmo ser pouco mais elevado que o meu só o consegui manter por 1 quilómetro. Foi aqui que os primeiros alarmes soaram, o ritmo não era nada de anormal, deveria conseguir seguir com alguma facilidade, mas tive de reduzir. Estava a alimentar-me, estava a hidratar-me, mas algo não estava bem, começava a sentir-me demasiado cansado numa fase que nem metade da prova ainda esta concluída.

Passei aos 10 quilómetros com 43m55s, um tempo banalíssimo, no entanto se conseguisse manter o ritmo, acabaria abaixo mesmo assim de 1h35m, mas claro que já nessa altura eu sabia que não iria conseguir manter o ritmo até ao final. Pouco antes de chegar ao Cais do Sodré passa por mim o grupo da bandeira dos 4m30s/km, e eu nem esbocei a mínima capacidade para os acompanhar, parecia que estava a andar para trás.

Por volta dos 16kms foi a altura que comecei a pensar como ia conseguir acabar a prova? Estava vazio, só me apetecia parar, raramente me tinha sentido assim. Naquele momento estava a pagar a falta de treino, a falta de descanso, a falta de preparação no geral. Nessa altura passa o Sebastião por mim, e normalmente iria com ele, é o meu companheiro de treinos, estamos mais que habituados ao ritmo um do outro, mas o corpo não respondia, só sofria. Por volta do quilómetro 18 tive inclusivamente de andar durante uns segundos para conseguir comer, que nem folgo tinha para conseguir comer. Lá arrastei o cadaver até ao final para terminar com o vergonhoso tempo de 1h41m42s. Falta de preparação combinada com a arrogância de "ser só uma meia maratona" deu nisto, não voltarei a encarar um prova com a displicência que fiz nesta.


quarta-feira, novembro 29, 2023

Estágio Taekwondo

Desde 2018, pré pandemia ainda, que não ía ao estágio de taekwondo. Poucas pessoas têm-se mantido ao longo dos anos (o primeiro ano que fui ao estágio foi 2011), no entanto o espírito mantem-se e isso muito se deve ao mestre Paulo Diniz, que desde já lhe dou os parabéns por formar um grupo com valores tão fortes, mas também por ter comemorado 30 anos de Taekwondo.

Este ano talvez tenha sido o ano fisicamente menos desafiante, mas isso é o que menos importa, o que realmente importa é o convívio e a aprendizagem. A caminhada do estágio começou com 15 minutos de silêncio, e nesse tempo deveríamos refletir, pensar em 3 verbos que nos definissem como pessoas, que definissem o nosso propósito. Os meus 3 verbos foram:
  • Lutar - porque a vida é cheia de desafios, de momentos maus (e atravessei uma fase complicada por isso esta palavra me veio à cabeça com naturalidade), de adversidades, logo temos de ter a força para lutar contra eles e seguir em frente.
  • Resistir - porque nem sempre é fácil superar os problemas, eles tendem a deixar marcas, podem levar-nos a desanimar, e por isso tenho de ser resistente e aguentar até a tempestade passar.
  • Evoluir - depois da tempestade vem a bonança, e temos de tirar as nossas lições da tempestade pela qual acabámos de passar, sim iremos cometer novamente erros, mas que sejam novos erros e não voltar a cometer os erros do passado.

Mais uma vez todos fizeram-me sentir parte do grupo, se calhar conhecia menos de metade das pessoas que lá estava, no entanto era como se treinasse com eles todas as semanas. O meu obrigado em primeiro lugar ao Nuno por mais uma vez proporcionar-me a participação no estágio, mas também a todos eles, os que conhecia melhor, os que conhecia mais ou menos e os que nem conhecia, pela simpatia, companheirismo e por me fazerem sentir como um deles.


terça-feira, novembro 28, 2023

Feira do cavalo da Golegã

Já tinha ido à Golegã anteriormente, mas nunca na altura da feira do cavalo, e a melhor comparação que posso fazer é que a Vila da Golegã parece o Marquês de Pombal quando o Benfica é campeão, estão lá 10 vezes mais pessoas do que é possível para aquele espaço. É mais fácil estacionar em Vilamoura em pleno Agosto do que na Golegã durante a feira do cavalo.

Não sou uma aficionado do cavalo, no entanto gosto de ver, acho bonito, as estradas cheias de cavalos e charretes como se vivêssemos há 2 séculos atrás, até os cheiros que para a maior parte das pessoas são desagradáveis trazem-me memórias de outras alturas, os espetáculos, os desfiles é tudo muito divertido de se assistir.

A nível de comércio, especialmente restauração é tudo estupidamente caro, querem fazer em 10 dias o mesmo dinheiro que fazem o resto do ano, mas a verdade é que é quase impossível comer em todo o lado, está tudo totalmente esgotado. Foi um bom fim-de-semana, aconselho pelo uma vez a vivenciar aquele ambiente, mas para ficar lá a dormir é preparar para gastar dinheiro numa dormida muito a cima da média.


Vila de Rei

Depois de um mês muito cansativo, com quase todos os fins de semana a trabalhar, decidi passar um fim-de-semana fora para relaxar e compensar-me a mim próprio pelo cansaço que tinha tido durante o mês de Outubro. Então queria ir para um sítio não muito loge de Lisboa, para evitar muito tempo de viagem, ainda para mais estava um fim-de-semana de mau tempo. A escolha acabou por ser Vila de Rei, um sítio que já tinha ido há uns anos atrás e inclusivamente tinha lá feito uma prova.

Em relação ao hotel levámos uma banhada, ficámos no novo Villa Rey Hotel & Spa e quase tudo foi mau, já estive em pensões melhor que este hotel de 4 estrelas. Spa frio, limpeza pobre, atendimento do staff péssimo, receção fechada, porta principal fechada era preciso entrar pelo restaurante, pequeno almoço a fazer jus ao termo pequeno, para entrar no estacionamento era preciso deixar o carro parado no meio da estrada, ir abrir o portão, voltar ao carro e rapidamente entrar.

No que toca à comida o contrário, comemos muito bem e a preços reduzidos dada a qualidade e quantidade do que comemos, destaco O Cobra em Vila de Rei e o Ponte Velha na Sertã.

Como esteve quase sempre a chover acabámos quase sempre por andar a passear de carro, saído pouco porque o tempo não o permitia. Na única altura onde a chuva nos deu tréguas aproveitámos para ir ao Passadiço do Penedo Furado, aquilo está muito melhor do que da última vez que lá tinha ido, muito bonitinho e quase todo bem arranjado. Foi um bom fim-de-semana, apesar do hotel e do tempo, deu para descansar e aproveitar o passeio.