segunda-feira, maio 23, 2022

Swim Challenge Cascais

Esta prova foi um bocadinho diferente das provas que costumo fazer. Inicialmente nem estava inscrito para a prova e fui fazer uma substituição de última hora, esta prova não estava no meu planeamento, não me acrescentava nada ao que já fiz anteriormente, por isso devo confessar que fui sem nenhum espírito competitivo. Ainda por cima o dia começou chuvoso, fui quase a obrigar-me a mim próprio a ir fazer a prova. A melhor parte foi mesmo o convívio, tantas pessoas que só vemos nestas provas, rever tantos amigos, companheiros de outros desafios sem dúvida foi a melhor parte.


Dado o tiro de partida e até me deixo ficar para trás, não queria estar a estorvar quem ia mais rápido. Devo confessar que já sentia falta daquele amontoado de corpos dentro de água a lutar por cada centímetro, a ver se não levava com nenhum calcanhar ou cotovelo.Pouco antes da primeira bóia sinto o meu relógio a soltar-se do pulso, é pá isso é que não, vim para aqui brincar e divertir-me e perder o relógio é que não. Por sorte a ponta da bracelete ficou presa dentro do fato e consegui agarra-lo antes que ele caísse. Pus logo dentro do fato, junto ao peito, de forma a não o perde e nem me preocupei em volta-lo a por no pulso, ou seja, fiz a prova toda sem noção de ritmos ou distâncias a que estava, tinha uma ideia porque já fiz aquele percurso dezenas de vezes, mas estava sem dados. Lá fui eu mesmo em ritmo de treino sem forçar nada, nem me preocupei em ir nos pés de ninguém para me poupar, nada, só mesmo pelo prazer de nadar. O meu espírito competitivo estava tão baixo que até me aconteceu aquela coisa de começar a pensar na vida, e quando dei por mim foi a sensação - olha já estou aqui, nem me apercebi de metade do caminho que já fiz.

Ainda hove uma parte engraçada mais ou menos na zona de retorno, onde estava uma ondulação e foi quase como se fosse ali a surfar as ondas, devo confessar que me estava mesmo a divertir nessa altura. Finalmente a chegada à praia foi o único momento onde veio o meu espírito competitivo ao de cima, ia ao lado de outro nadador, mas eu ia bem soltinho, então decidi arrancar só para garantir o lugar e saio da água a correr como se tivesse a fazer uma corrida de 100 metros. Tempo final de 1h12m32s foi o menos importante, acabei por me divertir, que posso pedir mais.

segunda-feira, maio 16, 2022

Troféu de Oeiras - Outurela

Segunda prova do ano para mim no troféu de Oeiras, e desta vez a jogar em casa, na prova da Outurela organizada pela minha equipa a Associação de Moradores 18 de Maio. O factor casa para mim não era grande vantagem, era a primeira vez que ia fazer a prova por isso nem conhecia o percurso. Falei com o pessoal da equipa só para tentar perceber mais ou menos onde estavam as dificuldades, e segundo o que me tinham dito a dureza estava toda até os 5kms a partir daí seria sempre a descer até à meta.

Estas provas curtas parece que não, mas são sempre de uma dureza extenuante, uma altimetria complicada e como a distância é curta vamos sempre no máximo. Mesmo antes da partida desata a chover só para deixar o chão todo molhado e escorregadio, já há imenso tempo que não chovia por isso o chão parecia que tinha sido besuntado com óleo de carro. Saída sempre rápida, mesmo que seja a subir, pequena descida e ainda tinha em linha de vista o grupo da frente. Segunda subida começamos a ficar espalhados e encontro ali um ritmo certo que queria manter durante o resto da prova. Segunda descida, atacada com alguma desconfiança devido ao piso escorregadio, e regresso ao ponto de partida. Agora era a parte mais dura 1,5kms sempre a subir, num tipo de subida que me agrada, dura mas que dá para ir a correr e fazer diferenças. Cheguei lá acima com a corda na garganta, era altura de sofrer e manter um ritmo alto naquele falso plano que nos levaria à descida final. Entro na última descida outra vez a medo, um declive muito acentuado e mesmo muito escorregadio, mais valia perder uns segundos a estatelar-me ali ao comprido.


Durante a descida ainda fui ultrapassado por um senhor que claramente era de outro escalão que não o meu por isso nem tentei ir atrás, foi manter o ritmo e chegar à meta com segurança. O tempo final de 29m38s com uma média de 4m03/km e 8º lugar no meu escalão foi óptimo com este percurso duro, e acima de tudo senti-me bem, senti-me com força para puxar, senti consistência mesmo na parte final da prova.

Para finalizar em beleza o convívio de equipa, e comemoração do também óptimo 8º lugar entre as equipas. Só foi pena de poucas pessoas terem conseguido ficar para o almoço, mas com certeza teremos outras oportunidades.



domingo, maio 01, 2022

Troféu de Oeiras - Tercena

Dois anos depois, finalmente voltei a competir no Troféu de Oeiras, e que saudades daquela sensação de corrida popular, sem mega organizações, sem formalismos, só pelo gosto da corrida. Muito bom voltar a rever o Sebastião, o meu antigo companheiro de treino, e o Rui, que foi o responsável pela minha "contratação" para a equipa Associação de moradores 18 de Maio.


Se há coisa que gosto nos percursos do Troféu de Oeiras é que não há percursos fáceis, e hoje foi mais um dia de montanha russa, acho que o único segmento plano era a recta da meta todo o restante percurso era um sobe e desce constante. Comecei bastante forte, os 3 primeiros quilómetros foram feitos a um ritmo até superior ao que normalmente deveria fazer, por isso quando entrei na subida que ia dar ao Nirvana Studio tive de acalmar o meu ímpeto e reformular um pouco o meu ritmo naquela subida e falto plano que se seguia. Esta foi a pior fase da corrida, após o quarto quilómetro seguia-se uma descida que deu para recuperar energias e preparar para o duro final que ai vinha. Subida ligeira até à fábrica da pólvora e a partir daí estava a parede da prova, ainda consegui ultrapassar alguns atletas nessa última subida. Pode parecer um mau ritmo de 4m45s/km, mas as inclinações dessa subida vão algumas vezes acima dos 10%. Acabar com 30 minutos, com uma média de 4m15s/km, tendo em consideração a altimetria da prova, até me dá algum alento para as próximas provas. Ainda consegui um 9º lugar no meu escalão o que deu para contribuir com alguns pontos para a equipa. Sensações melhores que há uma semana atrás, só gostaria de saber se num percurso plano voltaria a baixar de 4m/km, mas terei de esperar outro tipo de provas para testar isso.



Por fim, tenho de deixar uma palavra de apreço ao Gonçalo, à Inês e todos aqueles que com a sua dedicação e esforço, e sem nada pedirem em troca, organizam este pequeno clube, mas com o qual temos uma sensação de pertença a uma família. Até eu que não moro ao pé da maioria das pessoas, que não treino com eles e só os vejo nas provas, me sinto super bem acolhido e bem tratado como se convivesse com eles diariamente.

quarta-feira, abril 27, 2022

Meia maratona de Cascais 2022

Dois anos depois estava de volta a meia maratona de Cascais. Há 2 anos atrás tinha feito o meu melhor tempo de sempre à meia maratona, desta vez sabia que não estava preparado para correr aquele ritmo por isso o objectivo era fazer abaixo de 1h30m. A ideia seria sair com a bandeira dos 4min/km e tentar aguentar o máximo possível com eles, de preferencia pelo menos até os 10kms de prova. O dia estava impecável, acho que nunca fiz esta prova com este tempo, sem vento, sem frio, sem chuva, normalmente a prova é no carnaval em Fevereiro, por isso é normal que este ano a probabilidade de apanhar bom tempo fosse superior.

Voltando à prova, arranquei com a bandeira dos 4min/km, mas rapidamente a larguei, ao chegar aos 2,5kms percebi que aquele ritmo não era para mim naquele dia, tive de reduzir o ritmo progressivamente até achar um ritmo que me fosse, não confortável, mas tolerável. Isso aconteceu mais ou menos no oitavo quilómetro, consegui nessa altura achar ali um ritmo certo, um pouco abaixo de 4m30s/km, mas estava a ser super desmotivador, parecia que ia parado e toda a gente passava por mim. Só depois dos 10kms de prova, onde ia com 42m47s de prova, é que comecei a estabilizar a minha posição e senti que já não estava a ser ultrapassado e que começava agora eu a ultrapassar alguns corredores. Depois do retorno no Guincho foi quase como entrar em piloto automático, desligar o sensor da dor, por um pé à frente do outro sem baixar o ritmo e seguir até à meta. Um tempo final muito longe daquilo que queria, acabei com 1h33m25s, nada brilhante, cansado, vazio e com sentimento de incapacidade para fazer melhor.



Já é a segunda corrida seguida que falho totalmente um resultado minimamente aceitável, depois da São Silvestre da Amadora. O que me leva à questão, será que nunca mais me conseguirei aproximar dos meus records? É que neste momento estou mesmo muito longe. Será que o treino está assim tão diferente para ter estes resultados tão piores? Não me parece que o treino esteja assim tão pior que justifique estes resultados. Será que o corpo já não quer corresponder? Pois esta é a questão que gostava de saber a resposta, vou ter de esperar as próximas provas para perceber se estes resultados vão tornar-se o meu padrão, ou é apenas uma fase mais negativa.

segunda-feira, abril 25, 2022

1ª corrida da criança

Não é que queira incutir ao Francisco o seguir das minhas pisadas, apenas quero incutir-lhe um estilo de vida saudável. Dito isto e como ele adora correr, e pede-me algumas vezes para ir correr com ele, decidi inscrevê-lo na 1ª corrida da criança de Cascais. Obviamente ficou super contente e motivado, com espectativas que ia ganhar a corrida. Estas crianças pensam que são imbatíveis, ou então a comparação com os amigos dele fazia com que ele pensasse que iria ganhar. A minha primeira tarefa foi mesmo trazê-lo à terra, ele não corre mal, mas não treina regularmente, não tem experiência, por isso ganhar seria só uma miragem, e o facto de não o conseguir poderia deixá-lo frustrado.


Quando chegámos à prova vi logo lá miúdos com equipamentos de clubes, a aquecerem já com uma boa técnica de corrida, por isso voltei a falar com o Francisco que ele só tinha de dar o seu melhor, correr o mais rápido que conseguisse e se divertisse. Lá arrancou ele disparado com os primeiros como se fosse fazer uma corrida de 20 metros e não de 300 metros, um miúdo à frente dele estatelou-se logo no chão, o Francisco salta por cima dele e abranda, assim um bocado baralhado e os primeiros já lá iam. Os primeiros 150 metros eram a subir, e ele já com a língua de fora e eu a correr ao lado dele a dizer-lhe que só faltava um bocadinho. Quando damos a volta começo eu a dizer-lhe que agora era sempre a descer que agora podia dar tudo até à meta. Mas ele coitado já tinha dado tudo na subida, e percebi que ele não parou até ao final porque era a descer, lá chegou ao final todo contente, meio a cambalear, e objectivo cumprido. Ele gostou imenso que era o que me importava, e se formos a ver o ritmo, quase a 5min/km, nada mal para a idade dele.


quarta-feira, abril 20, 2022

De volta a Londres

Já há alguns anos que não ía a Londres, e desde o início do covid que não tinha voltado a viajar de avião, por isso foi com enorme agrado que voltei a Londres, mesmo que tenha sido por motivos profissionais. Desta vez acabei por ir só durante a semana, não tendo ficado no fim de semana, de qualquer modo deu ainda para passear um pouco depois do dia de trabalho. As condições de trabalho que temos no centro da Sky são fantásticas, fomos super bem recebidos e é óptimo poder ter contacto presencial com muitas das pessoas com quem falamos regularmente por vídeo chamada. 


Além da Sky ter óptimas condições, também adoro ir a Londres porque gosto da cidade, da sua multiculturalidade, da sua história, da arquitectura, infelizmente na comida estão a anos luz do nosso belo Portugal. Ainda por cima, mais uma vez apanhei óptimo tempo, nem era preciso andar com casaco e só apanhei uns pinguinhos de chuva durante 2 minutos. A única coisa que me irritou foi mesmo na volta para entrar no avião, acho que se fosse ucraniano seria mais fácil de entrar no meu próprio país. Tive de mostrar 3 vezes o passaporte, o certificado covid, o bilhete de avião e uma coisa ridícula que é passenger locator form, que no fundo é um formulário onde dizemos onde vamos ficar em Portugal, mas porquê? Sou cidadão português, com morada em Portugal, para onde eu iria? Ia num avião para Lisboa para depois ir para um resort no Algarve ou iria para minha casa? Não consigo perceber! 

sábado, abril 09, 2022

Team building

Uma das coisas que acho mais importantes no ambiente de trabalho são as pessoas serem mais que simples colegas, não é necessário serem os melhores amigos, mas tem de haver uma relação de amizade, respeito colaboração e entrajuda. Respeitando os outros, devemos sentir-nos à vontade para sermos nós próprios, no fundo passamos muitas vezes mais horas com os nossos colegas/amigos do trabalho do que com a nossa própria família, por isso o ambiente de trabalho quer-se são e prazeroso. Por isso valorizo bastante tudo o que são acções extra trabalho como forma de aproximar os diversos elementos de um grupo de trabalho.

Há cerca de uma semana o departamento para o qual trabalho na Sky promover um dia de team building e o resultado para mim foi óptimo, conheci novas pessoas, estreitei relações com outras, diverti-me, aprendi coisas novas...e cheguei mais cansado a casa do que num dia normal de trabalho! O dia foi dividido em duas actividades da parte da manhã jogo de basquete e à tarde peddy paper por Lisboa. Não posso dizer que goste de jogar basquete, aliás dos desportos colectivos deve ser o que mais me irrita e menos jeito tenho para jogar, até para curling devo ter mais jeito apesar de nunca ter jogado. Mas pronto, lá está, foi divertido, foi cansativo, deu para dar umas boas gargalhadas porque apesar de não ter jeito nenhum e já não jogar há mais de 20 anos, gosto de me rir comigo e com a falta de jeito dos outros. Não há melhor que um pequeno bullying entre colegas para fomentar boas relações, desde que todos entendam os seus limites e os dos outros.

A parte do peddy paper, devo dizer que inicialmente não estava com vontade nenhuma, estava cansado do basquete, estava calor, eu vestido com o casaco quente e pesado da mota e com uma mochila às costas, não me estava mesmo nada a apetecer andar de um lado para o outro. Só há um detalhe no meio disto, eu sou mesmo muito competitivo, e se havia uma competição entre equipas era para dar tudo para ganhar. Mais uma vez diverti-me imenso, apesar de conhecer relativamente bem Lisboa histórica e geograficamente, há sempre novas coisas para aprender, novos detalhes para ver. No final acabámos em 2º lugar, não foi o primeiro, mas demos o nosso melhor.



segunda-feira, março 28, 2022

Chegaram os entas

Quem disse que era preciso bolo de anos e cantar os parabéns para ter um óptimo dia de aniversário? Este ano para comemorar a entrada nos entas fui com o meu filhote até Évora para passarmos um fim-de-semana diferente. Da última vez que fui a Évora foi há tantos anos que a Capelas dos Ossos ainda nem tinha vidros acrílicos a proteger as paredes e pilares. Começando por aqui, foi dos primeiros sítios que visitámos depois de passearmos pelo Jardim público, junto ao Palácio D. Manuel I. A Capela dos Ossos foi interessante revisitar e ver a reacção de curiosidade do Francisco e a piada que ele achou a tão estranha decoração.



A parte da visita ao museu e à exposição de presépios teve de ser feita com pinças, uma criança de 5 anos como era expectável tem pouco interesse nestes assuntos, então andei todo o tempo a arranjar pequenos truques que o fizessem ter interesse e o chamassem a atenção. Mas no final a tarefa não foi fácil e tive de ver as coisas muito mais rapidamente do que o que gostaria.

 
Claro que estando em Évora não lhe poderia deixar de mostrar o Templo de Diana (ou o que resta dele). E claro que apesar da estrutura estar vedada, lá queria ele subir lá acima para ver como era da parte de cima. Depois disso foi vaguear um bocado pela cidade e mostrar-lhe algumas fontes, parques e o aqueduto como não poderia deixar de ser. Já não arrisquei entrar em nenhum museu, pois sabia que ele se iria aborrecer. E no final disto tudo o que o Francisco gostou mais do fim-de-semana? Da piscina gigante do hotel - palavras dele.

Na viagem de retorno aproveitámos e fizemos um pequeno desvio para ver o Menir e o Cromeleque dos Almendres. Os 4 kms em terra batida que é necessário fazer para chegar ao local valem a pena pela beleza natural, o Alentejo no seu esplendor. Historicamente não é uma era que me atraia particularmente, por isso não tenho grande conhecimento nem consigo desfrutar na totalidade daquele local. Difícil foi explicar ao Francisco que íamos ver um Menir mas que não íamos ver o Asterix e o Obelix, porque eles era só personagens de histórias para crianças, pai sofre para explicar perguntas de criança!





terça-feira, março 01, 2022

São Silvestre Amadora 2021

Devido às restrições pandémicas a São Silvestre da Amadora foi adiada para final de Fevereiro de 2022, não tem a mesma magia do dia 31 de Dezembro, contudo os amadorenses continuaram a comparecer em massa sempre com um apoio fenomenal. Isto pode parecer estranho, mas talvez a melhor parte da corrida foi o pré corrida, durante o aquecimento cruzei-me com tantos amigos que não via pessoalmente há demasiado tempo, acho que senão fosse o frio nem tinha aquecido, tinha passado o tempo todo a conversar.

No que toca à corrida, o início foi mais ou menos o normal, os dois primeiros quilómetros de sofrimento sempre a subir, mas o tempo de 8m30s estava mais ou menos dentro do meu normal olhando os anos anteriores. Quando começo a descer sinto que não estou muito solto, queria aumentar o ritmo e parecia que as pernas e o coração não estavam a responder. Aquele falso plano seguinte, até à descida da linha do comboio foi feito com desconforto para não perder o grupo em que estava, aos 5km estava com 20m40s, estava com um pequeno atraso tendo em consideração que a parte pior já estava e só faltava a subida dos comandos e da linha do comboio.

Após a subida dos comandos onde perdi mais uns segundinhos para o meu melhor tempo, há aquela ligação ligeiramente a descer até à última rampa, nessa altura apanhei a boleia do Henrique que se juntou a mim nessa altura e foi sofre mais um bocadinho. Na subida acelerei, tentei ultrapassar a última dificuldade o mais depressa possível para depois dar tudo na descida final. Mais uma vez a descer as pernas não respondiam, naqueles 2 quilómetros a descer devo ter perdido no mínimo 1 minuto para o tempo que deveria fazer. No final ainda acrescentaram mais uma rotunda nova ao percurso, aumentando um bocadinho mais a distância que já era superior a 10kms. Tempo final de 42m13s, um mau resultado, preciso recuar a 2014 para ter um resultado pior que este. Parece cada vez mais distante o objectivo de fazer menos de 40 minutos nesta prova, a distância é maior, ultrapassando já bastante os 10 kms e eu não estou a ficar mais novo, vamos lá ver se consigo pelo menos alguma vez fazer uma média de 4min/km. Dia 31 de Dezembro espero voltar à Amadora para a prova de 2022...e redimir-me deste resultado.


segunda-feira, fevereiro 07, 2022

Até um dia Sky Store

Sexta feira foi o meu último dia a trabalhar para o projecto Sky Store. Quase 7 anos a trabalhar no mesmo projecto, nunca eu pensei estar tanto tempo num único projecto. É verdade que a Sky Store não é um projecto, mas um aglomerado de mais de uma dezena de projectos, em que eu trabalhei em quase todos ao longo destes anos. Vi muitas pessoas entrarem, vi muitas pessoas saírem, aprendi imenso com muitas delas, fiz imensas amizades, o capital humano foi sempre a melhor parte deste projecto e se calhar, devido a isso, foi o que me fez permanecer tanto tempo no projecto. Hoje começo um novo desafio dentro da Sky, espero conseguir neste novo projecto ter o mesmo prazer diário que tinha na Sky Store.