terça-feira, dezembro 31, 2024
Troféu de Oeiras - Cruz Quebrada
sexta-feira, dezembro 06, 2024
Troféu de Oeiras - Milha de Queijas
Esta foi a primeira vez que fiz este percurso no Troféu de Oeiras, e foi a primeira vez também que fiz uma prova de distância tão curta. Na semana antes da prova fiz um treino em que fiz duas séries com a distância de uma milha para ver mais ou menos quanto tempo demoraria. Na primeira fiz 6m40s e na segunda já com o cansaço acumulado 6m50s. Era um mau tempo mas acreditava que em prova conseguiria fazer menos de 6m30s. Se fizesse abaixo deste tempo já me daria por feliz.
No dia antes da prova comecei a sentir-me mal, totalmente entupido, com dificuldades em respirar e mal disposto, pelo quase não comi no dia antes e na noite antes da prova mal dormi por me custar a respirar. Bem, iria dar o meu melhor, numa distância tão curta é cerrar os dentes e aguentar o sofrimento. Saí ao máximo que consegui, e passado 200 metros consegui estabilizar num ritmo constante. Conforme dou a volta a estrada inclina ligeiramente e foi na altura que me senti pior. Tinha de aguentar as pernas dormentes e o coração a bater descontroladamente. Até ao final foi sofre para não baixar muito o ritmo, na reta da meta ainda fui ultrapassado por outro corredor, mas já ia no meu limite por isso não consegui dar aquele pico final que normalmente dou. Tempo final de 5m56s muito bom, mesmo tendo em consideração que a prova não tinha exatamente a distância da milha mas sim a rondar os 1550m. Mesmo que fosse a distância da milha teria feito à volta de 6m05s-6m10s, o que teria sido bem melhor do que nos treinos. Com uma média de 3m50s/km não foi mau, apesar de ter terminado só no 24º lugar no meu escalão entre 48 corredores, estou no caminho certo para recuperar a minha forma.
quinta-feira, dezembro 05, 2024
Jantar na Plataforma 9 3/4
quarta-feira, dezembro 04, 2024
Veneza
Um dos países que mais tinha gostado de visitar foi a Itália. Aproveitando um fim-de-semana prolongado, decidi ir conhecer Veneza, um dos locais mais conhecidos de Itália. Chegado à entrada de Veneza, onde deixa de haver carros e passam só a haver barcos, o meu primeiro choque. Estava à espera do barco-táxi quando vejo um dos condutores de barco a fumar e a mandar a beata para o canal. Então não cuidam do seu ganha pão? A poluir assim gratuitamente a água do canal, não percebem que estão a destruir o que faz com que os turistas visitem Veneza? Bem talvez por isso se via muito pouca fauna, esperava ver muitos mais animais marinho, mas em todos os dias que lá estive em Veneza só vi um bando de patos e umas garças.
Mesmo estando em época baixa havia imenso turismo, ao ponto de ser desagradável andar pelas estreitas ruas e ruelas da cidade. O meu melhor amigo em Veneza foi o google maps, com tanta ruazinha ao início foi bastante complicado manter-me orientado, se nos últimos 2 dias melhorou ao início andava sempre a olhar para o mapa. O problema é que existem 3 pontes principais para atravessar entre ilhas, a Ponte Degli Scarlzi que ficava ao pé do nosso hotel, a Ponte di Rialto e a Ponte Dell Accademia, se falhássemos as pontes quando queríamos atravessar tínhamos de dar uma volta enorme. E normalmente até apontava o google maps para a ponte que queria senão ele dava-me o trajeto mas atravessando o canal de barco, coisa que não queria.
As ruas na sua maioria eram extremamente estreitas e de noite, devido à falta de iluminação, pareciam saídas de um filme de terror. Contudo nunca me senti inseguro, tirando os carteiristas e os esquemas de apostas ilegais de rua, não havia qualquer tipo de criminalidade, além disso haviam sempre pessoas a passar nas ruas e se me quisessem roubar o que levavam? Fraldas, toalhitas, roupa de bebé, fruta, bolachas, papa de bebé...acho que não era algo que fosse muito útil.
Falando de roubos, tudo o que está à venda é um pequeno roubo, os preços são super inflacionados, facilmente coisas básicas como roupa, candeeiros, colares, chegava aos milhares de euros. O café mais barato que bebemos foi 3€, um verdadeiro absurdo. Andar de gondola custava 90€ de dia e 110€ à noite, por uma volta de 30 minutos, por esse preço tinham de me trazer de volta a Portugal atravessando o Mediterrâneo. A única coisa que achei em conta foram os gelados, aqui em Portugal os gelados artesanais italianos são mais caros que em Veneza.
Voltando ao assunto da limpeza, ou da falta dela neste caso, as ruas eram sujas, com papeis, plásticos e beatas por todo o lado. Um dos fatores que pode potenciar isso é a falta de caixotes do lixo, houve uma vez que andei com lixo na mão mais de 15 minutos até achar um caixote. A recolha do lixo é feita em pequenos carrinhos, como os limpadores de rua aqui em Portugal, e depois existem barcos lixo, mas a implementação da limpeza não funciona nada bem.
Indo para as partes boas, Veneza, tal como toda a Itália, é cultura, é história, é arte. Visitámos as novas prisões, que estão desativas, e acabámos por ter uma aula de história sobre como se puniam os criminosos ao longo da história. Ficámos a conhecer as bocas de leão, que basicamente eram caras de boca aberta localizadas em algumas paredes, onde se podiam colocar papeis na boca em que se escrevia uma acusação contra alguém. Devido às inúmeras acusações infundadas, as caras foram retiradas sobrando só 4, duas no Pallazo do Ducale e outras duas localizadas noutros pontos da cidade. Aproveitámos e no dia seguinte fomos fazer uma busca pela cidade para encontrar uma dessas caras, e lá estava ela no sítio indicado.
Depois da visita às prisões visitámos o Pallazo do Ducale, que vale imenso a pena a visita. A visita é longa pois há muita coisa para ver, uma grande quantidade de arte e arquitetura, absolutamente fabuloso, imperdível para quem vai a Veneza. As filas de entrada são dissuasoras, mas vale a pena a espera. O bilhete de entrada para o Pallazo do Ducale também dava acesso ao Museo Correr e ao Museo Archeologico, e como é tudo na Piazza San Marco é muito fácil fazer todas estas visitas num só dia. Contrariamente aos preços das restantes coisas, visitar todos estes sítios fica barato, ainda para mais quem for em família e adquirir o bilhete familiar.
E vou acabar com com o que para mim, foi a melhor parte da viagem, a visita a Murano, Burano e Torcello. Para viajar até estas ilhas comprei o passe de 24h para os transportes públicos de Veneza, ou seja, para o barco público, uma espécie de ferry do Tejo. Mais uma vez, apesar de estarmos em época baixa as filas para o barco eram loucas, ao ponto de não conseguirmos entrar no barco e termos de esperar que viesse outro barco. E apesar de estarmos com uma bebé, ali a prioridade é pela carteira, ou seja, se comprar o passe prioritário que é mais caro passo a frente, se não, e apesar de ter uma bebé de 8 meses tinha de esperar como os restantes, parvoíce…
A primeira paragem foi em Murano, a ilha do vidro. Fomos ao Museu do Vidro que vale muito a pena e depois passeamos pelas desafogadas ruas da ilha, indo visitar a fábrica e as inúmeras lojas de vidro. Basicamente o vidro é a economia desta pequena ilha e tudo gira à volta disso. De seguida, voltar a esperar pelo barco que nos levaria até Burano. Esta é a ilha dos bordados e do linho, todas as lojas giram à volta disto. Esta ilha tem a característica de ter as casas pintadas de cores vivas, dando-lhe uma beleza única. Por fim a ida a Torcello, uma pequena ilha agrícola com somente um canal, em que a única rua que existe vai do caís do barco até á Basilica di Santa Maria Assunta. Pequena mas linda e muito diferente de todas as outras ilhas. Na volta para Veneza ainda passámos no Lido, apesar de não termos saído do barco por ser já um pouco tarde, por isso não posso dizer que tenha ficado a conhecer. E porque preferi estas ilhas a Veneza? Beleza natural, limpeza dos espaços, mais espaços verdes, preservação das casas e essencialmente, muitíssimo menos turístico, muito mais fácil de andar de um lado para o outro sem estar sempre a tropeçar noutras pessoas.
Resumindo a viagem, é um local que deve ser visitado uma vez, mas uma vez é suficiente, não faço intenções de voltar a Veneza, conheci e pronto não há nada que me faça querer voltar, pois iria ser mais do mesmo.
terça-feira, dezembro 03, 2024
Visions of Atlantis
segunda-feira, dezembro 02, 2024
Corrida da Prostata
De volta às provas depois de ter terminado a época do Troféu de Oeiras e de ter estado o Verão praticamente sem correr. O que posso dizer desta prova é que foi um choque de realidade, sabia que não estava em forma, mas muito longe de pensar que estava tão mal, em alguns meses com fraco treino regredi anos na minha capacidade de correr, vamos lá ver quanto tempo demorarei agora a voltar a uma forma aceitável, sim, já nem digo perto da minha melhor forma.
quinta-feira, novembro 14, 2024
Vortix Metal Fest
Este é um novo festival de Verão, e chamou-me a atenção devido a ter os Xandria commo cabeça de cartaz para o segundo dia. Devo dizer que não tomei muita atenção às restantes bandas que tocaram durante a tarde, fui ouvindo mas nada que me despertasse muita atenção. O único concerto que acabei por ver todo com atenção foi dos nacionais Ramp que não conhecia, não foram espetaculares mas foram competentes e tiveram o mérito de me fazer querer saber um bocadinho mais da banda.
sexta-feira, outubro 04, 2024
Ida ao Oceanário
Não tenho total certeza, mas estou fortemente convicto que a única vez que tinha ido ao oceanário foi durante a Expo 98. Por isso estamos a falar de muitos anos sem ir ao oceanário. Vou começar por fazer uma comparação, entre ir ao oceanário ou ao jardim zoológico, acho que compensa muito mais ir ao jardim zoológico, a entrada é pouco mais cara e ao invés de uma atividade que dura 2h-3h, dura um dia inteiro. Percebo que o bilhete seja caro, pois manter todos aqueles ecossistemas e animais deve ser muito dispendioso, contudo o retorno que tenho como visitante, para mim, não se adequa ao preço que pagamos, por isso provavelmente irá passar outra vez umas dezenas de anos até voltar a visitar o oceanário.
Dito isto, não nego que gostei da visita, acho impressionante conseguirem controlar aquelas espécies todas de modo a que não se comam umas às outras, pois estamos a falar de diversos tubarões em coabitação direta com outras espécies que são presas naturais. Além disso as lontras marinhas também são muito engraçadas, fazem aquelas manobras dentro de água como se fossem um peixe é magnifica a natureza. Ainda temos os aquários mais pequenos, com pequenas espécies algumas com cores deslumbrantes, outras com aspeto estranho e pouco comum.
quinta-feira, outubro 03, 2024
Milagre Metaleiro 2024
Este é aquele festival de verão que começa a estar na minha agenda anualmente, todos os anos tem conseguido apresentar bandas que eu quero ver ou rever. Este ano não foi exceção, com várias bandas que gostaria de ver, nomeadamente os Kamelot que são uma das bandas que sigo com mais atenção.
No primeiro dia tinha duas bandas que queria ver. Os primeiros foram os Axxis, uma banda que tem quase a minha idade, por isso já andam por cá há muito tempo. É daquelas bandas que oiço algumas músicas de vez em quando, não é daquelas bandas que siga com muita atenção mas gosto da música. Quanto ao concerto muito competente, e percebe-se o à vontade que têm em palco. Poço dizer que fiquei mais fã deles, e se conseguir gostava de os ver novamente ao vivo num concerto um pouco maior. A segunda banda do dia foram, para mim míticos Freedom Call. Míticos porque quando comecei a ouvir power metal, foi desde cedo uma das bandas que comecei a seguir. A única vez que os tinha visto ao vivo tinha sido quase há 7 anos e continuam com a mesma energia. As novas músicas têm claramente a musicalidade que os distingue e que os identifica com facilidade. Continua a ser uma banda de middle card no entanto é uma banda com a qual de identifico e sempre que possível os voltarei a ver.
No segundo dia mais duas bandas que queria ver, os Korpiklaani e os Kamelot. Ambas as bandas já era a terceira vez que as via ao vivo, mas começando pelos Korpiklaani, não é que o concerto tenha sido mau, mas foi a vez que menos gostei, talvez pela setlist, talvez porque comunicaram menos ou simplesmente não deram a energia que nas outras duas atuações deram. Deu para dançar, saltar, divertir-me com uma musicalidade mais de folclore, mas talvez tenha sido a desilusão do festival. Acho que o facto de não cantarem em inglês não ajuda, e se o restante falha essas falhas são mais notadas. Quanto aos Kamelot o que posso dizer é que mega concerto. Todos os concertos de Kamelot são um orgasmo musical, e era daquelas bandas que fazia vários quilómetros só para os ver. Boa música, boa apresentação, boa interação, boa teatralidade.
quarta-feira, setembro 04, 2024
Isla Magica
Já faziam muitos anos da única vez que tinha ido à Isla Magica, e o que posso dizer é, muito pouca coisa mudou, não consegui identificar nada de novo, e conseguia por memória saber onde estavam todas as atrações. Sevilha em Agosto é sempre um inferno, que calor, só se estava bem à sombra e nas atrações de água.
Uma coisa me chateou desta vez, o tempo de espera para quase tudo, estava horrível, por exemplo para a montanha russa estive mais de uma hora para entrar. Por falar em montanha russa, o Francisco entre algumas auto dúvidas quis ir experimentar a montanha russa dos adultos. Enquanto estávamos na fila não se calava que não ia desistir, que ia andar de qualquer maneira. Ele passou muito à justa o teste da altura mínima e lá o sentaram e prenderam na cadeira. Nessa altura começa a chorar que estava com medo e queria sair, mas já era tarde demais tinha de enfrentar o medo dele. No final adorou tanto que depois foi repetir mais tarde, venceu o medo. Quanto a mim fiquei logo mal disposto e pronto a vomitar, maldito estômago sensível.
Escusado será dizer que evitei todas as atrações que andavam às voltas, nomeadamente os malditos barris que me tinham feito vomitar da última vez. Ir com a Clara a um parque destes, especialmente com muito calor, é outro desafio. Lá me ia revezando com a Liliana de maneira à Clara estar confortável e ao mesmo tempo nós conseguirmos ir às diversões.
Por coincidência ainda nos cruzámos com o Tiago Rodrigues, por acaso fomos no mesmo dia e no meio de tanta gente acabámos por nos cruzar. Mas comparando com os nossos parques aquáticos, prefiro os nossos parques. Mesmo em Agosto não estão tão cheios e confusos. E ao mesmo tempo com o calor, é preferível um parque puramente aquático que um parque de diversões.





