segunda-feira, junho 03, 2013

Triatlo de Peniche 2013

Depois da experiência do triatlo olímpico do Estoril, e de me ter custado horrores a acabar a prova estava motivadíssimo a melhorar o meu desempenho, o que não era difícil. Visto que o triatlo de Peniche tinha metade da distância do triatlo do Estoril e fiz 3h04m no Estoril, a minha meta era acabar abaixo de 1h30m.

A natação desta vez começava já na água, ao contrário do triatlo do Estoril que começava em terra, acho que aqueles 5 minutos que estive parado na água fria à espera que a prova começasse, foi o que me custou mais de toda a prova. Até à primeira boia foi a confusão geral, normalmente tento ir nas laterais daquele aglomerado de corpos, mas desta vez acabei por ser apanhado no meio e até à primeira boia foi cacetada de todos os lados, até as pernas me tentaram agarrar. A saída da água era péssima, uma escada estreita difícil de subir para quem vinha em esforço o que provocava um pequeno engarrafamento. Nessa altura estava ao lado do Pedro Basílio que para quem conhece é um dos melhor atletas para-olímpicos nacionais, por isso era uma boa medida. Mesmo com o tempo perdido na escada demorei 13m28s a fazer o segmento de natação, por isso perdi algo como 1-1,5 minutos para o que faço em piscina, e acabei por sair no lugar 115 entre 262 atletas.

Na transição apanhei o Zé Correia, um dos meus colegas de equipa, ele estava a calçar os sapatos de ciclismo e eu como tinha os sapatos já encaixados na bicicleta acabei por sair antes do parque de transição. Nada me valeu porque enquanto estava a calçar os sapatos em andamento o Zé acabou por passar por mim. Acho que vou continuar a calçar-me antes de começar a pedalar, não vou perder mais de 10-15s e o stress de me calçar em andamento não compensa. Na bicicleta apesar do vento forte tivemos alguma sorte, porque apanhávamos o vento de frente quase sempre a descer e a subir era lateral e pelas costas. 

O percurso era de 3 voltas e ao final da primeira volta consegui voltar a apanhar o Zé Correia, mas durante pouco tempo, ainda não tenho uma pedalada muito eficaz então não consigo durante muito tempo manter andamentos elevados. De qualquer forma senti que para o meu normal até estava com uma pedalada muito solta e fácil, conseguindo inclusivamente durante períodos fazer parte de alguns grupos. A meio da segunda volta lá vem o Pedro Basílio, ainda agarrei a roda dele durante uns minutos, mas decidi seguir ao meu ritmo e não ir à morte. Já na descida em direcção ao parque de transições apanhei um susto, numa curva a 90º para a direita começo a travar e a roda de trás foge-me toda para a esquerda, largo o travão, a roda agarra e volto a travar com os 2 travões, e a roda volta a fugir-me, largo novamente os travões, subo o passeio e bato com a roda da frente no muro da casa, fazendo uma pequena égua mas não caído. Apesar de ser a primeira prova que fiz com a minha bicicleta de estrada, tenho de agradecer à minha experiência e sangue frio vindos do BTT o facto de não ter caído.

À chegada do parque de transições desaperto os sapatos e desmonto correndo descalço até à minha zona de transição, esta foi uma boa decisão e vou continuar a fazê-lo nos próximos triatlos. A chegada ao parque depois da bicicleta é sempre uma desilusão para mim, vejo sempre o parque já bastante composto de bicicletas o que significa que estou na parte de trás da corrida. Acabei por fazer 48m01s já contando com as 2 transições sendo o 209º tempo nas bicicletas. Não foi bom, mas foi bom para mim tendo em conta que no triatlo do Estoril fui quase o último no segmento da bicicleta. Mas mais importante do que isso, sentia-me muito bem quase que como tivesse começado a correr à 5 minutos atrás.

Na corrida era dar o tudo por tudo, saí do parque de transições com 1h01m30s, ou seja, era preciso um grande desfalecimento para não conseguir cumprir o objectivo de 1h30m. O percurso era de 3 voltas e no final da 1ª volta apanho novamente o Zé Correia, mas desta vez estávamos no segmento de atletismo e comigo a sentir-me bem era difícil ele conseguir acompanhar-me. Quando vou a terminar a 1ª volta também noto que na direcção oposta vinha o Pedro Basílio a cerca de 200-300 metros à minha frente, por isso não tinha perdido assim tanto tempo no ciclismo. 

Até ao final não fui ultrapassado por ninguém, ido sempre a ultrapassar diversos atletas o que me dava uma motivação extra. No final nem podia acreditar fiz o segmento de corrida em 19m52s, o que é uma média bastante melhor que a que tenho feito em provas de 10km de atletismo, fazendo o 129º tempo mais rápido no segmento de atletismo. Também acredito que a distância não fosse de 4,8km mas que tivesse menos uns 200 metros pelo que tive a ver pelo Google Earth, mas de qualquer maneira é um tempo extraordinário para mim. Acabei no lugar 162, já perto do meio da tabela, o que foi muito melhor que no Estoril que fui quase o último e acabei em grandes dificuldades, e se não fosse a bicicleta tinha acabado muito perto do top 100. O resultado final foi de 1h21m22s, estou super satisfeito.

segunda-feira, maio 27, 2013

Dificuldade em desactivar um serviço

Raramente me conseguem irritar, mas ontem foi um daqueles casos que conseguiram fazer 'saltar-me a tampa'. Fui a uma loja da PT/MEO para rescindir o meu serviço Sapo Móvel, depois de 15 minutos à espera fui chamado ao balcão onde expliquei o que desejava. Vem logo a conversa de "então porquê quer rescindir do serviço?", simplesmente não tenho interesse em ter o serviço porque raramente o uso. 

Então vem o discurso - "Ah não podemos rescindir aqui na loja (???), tenho de telefonar para nossa central para o senhor explicar porque de querer rescindir, e eles lá é que anulam o serviço". Ainda calmo disse que por mim tudo bem queria era rescindir o serviço. Lá teve a rapariga 5-10 minutos ao telefone e no final disse-me que as linhas estavam ocupadas que me teria de dirigir à outra loja PT/MEO daquele centro comercial. Bem, nessa altura comecei a bufar e a praguejar.

Chego à outra loja, mais 10 minutos à espera de ser atendido, e mais uma vez a conversa do porquê querer rescindir e eu a explicar mais uma vez. Depois vira-se o rapaz e diz que tenho no sistema um contrato vinculativo de 24 meses, a tampa salta-me de vez e respondo - "Eu não quero saber o que está no sistema, o que tenho assinado diz 12 meses, prazo que já acabou por isso quero rescindir o serviço Sapo.". Provavelmente ele estava a ver o meu contrato MEO, esse sim tem um vinculo de 24 meses, mas pronto sigamos em frente.

La volta o rapaz a telefonar para a linha do Sapo que continuava ocupada, tenta ligar para a linha do MEO onde lhe dizem que eles não podiam resolver o assunto. E eu a pensar, mas esta #$#%& não é toda PT, qual a dificuldade!!! Nessa altura eu já a entrar em ponto de ebulição digo - "Mas qual é a dificuldade de rescindir um serviço? Expliquem-me que eu não percebo? Uma coisa tão simples como eu chegar aqui e assinar um papel e acabou, qual a complicação?"

O desgraçado do rapaz que teve de levar comigo, sem culpa porque ele só cumpre as directrizes da empresa, lá foi falar com o gerente que lhe deu autorização para me rescindir o contrato (que pelos vistos afinal até dava), mas que ainda me iam telefonar posteriormente da Sapo, como o telefonema não podia ser feito naquela altura. Acabei por dar os parabéns ao rapaz pelo esforço, e aparentemente livrei-me da Sapo, acho que os pega-monstros grudam menos que estes serviços.

segunda-feira, maio 20, 2013

Bonsai Taxodium

Já há algum tempo que andava atrás de um bonsai do estilo floresta, apesar de neste caso não ter uma espécie específica que gostava de ter. Depois de ter adquirido o Acer Deshojo, como primeira experiência com bonsais de exterior, e a experiência até estar a ser positiva, gostava de um novo bonsai de exterior pois acho que são bonsais mais interessantes.

Este fim-de-semana acabei por adquirir a minha floresta, da espécie Taxodium. Esta espécie é oriunda do México e Estados Unidos, e ao que parece ao contrário dos outros bonsais gosta de ter a terra húmida devido a ser uma espécie originalmente de zonas pantanosas, logo tem uma grande necessidade de água. As raízes encontram-se protegidas por uma camada oleosa, o que dá uma protecção extra contra fungos e apodrecimento radicular.

Já encontrei algumas contradições quanto à exposição solar há pessoas que dizem que é uma árvore que adora sol, enquanto outras dizem que sol directo pode queimar as folhas com alguma facilidade. Uma coisa parece ser certa, é uma árvore que gosta de muita luz e de calor, nestes pontos existe alguma unanimidade. Outra coisa que parece ser comum nos comentários é que a Taxodium é uma árvore bastante resistente, algo que não me espanta pois a parte mais sensível das árvores são as raízes, logo o facto da Taxodium ter raízes bastante resistentes indicaria que a própria planta era resistente.


quarta-feira, maio 15, 2013

Como motivar um colaborador?

Acho que a maior parte das empresas em Portugal peca por ter uma filosofia de ter trabalhadores (escravos do dinheiro) em vez de ter colaboradores, e isto é uma grande diferença. Há que perceber que um trabalhador motivado é muito mais leal, produtivo e disponível para fazer sacrifícios pela empresa, melhorando as suas condições pessoais e aumentando o lucro da empresa (win-win situation).

Hoje chegou-me um artigo ao conhecimento que acho que todos deviam ler, empregados e especialmente empregadores, que dá algumas dicas como melhorar a relação com os colaboradores. E o que posso dizer é que isto funciona, este artigo está escrito no blog do InvoiceXpress, um dos produtos com mais sucesso em Portugal e desenvolvido pela empresa Rupeal, na qual trabalha o meu amigo Pedro já há vários anos e o feedback que tenho dele é que ele continua 'apaixonado' pela empresa e não se vê a trabalhar noutro lado.

segunda-feira, maio 13, 2013

Personal Camp

Neste sábado participei no treino militar Personal Camp, promovido pela Personal Body de Oeiras. Infelizmente houveram muitas desistências de última hora o que fez com que o grupo não chegasse às 2 dezenas de pessoas, mas quem perdeu mais foi quem não apareceu.

Apesar de não conhecer ninguém foram todos super simpáticos, foi um grupo fácil de interagir pois colocavam todos muito à vontade, as poucas pessoas que foram e não treinavam no ginásio rapidamente se sentiam parte do grupo.

Quanto ao treino, começou por um pequeno aquecimento, jogos de conquer the flag, percorrer 4 vezes um percurso de obstáculos, corridas a carregar sacos de brita e mover pneus entre dois pontos, exercícios físicos, corrida e o tradicional jogo da corda. Foram 2 horas muito bem passadas.

sexta-feira, maio 03, 2013

O meu novo trabalho

Após 6 anos na PDM decidi que tinha de dar um novo rumo na minha carreira, tinha de mudar de ares, conhecer coisas diferentes de modo a tornar-me um melhor profissional. A decisão acabou por não ser fácil, sair da zona de conforto acaba por ser gratificante depois de o fazer, mas tomar a decisão de o fazer e colocar acção para que isso aconteça nem sempre é fácil de se fazer.

Os 6 anos são muito tempo e é normal que isso tenha deixado muitas marcas, especialmente muitos amigos, o que é bom e ao mesmo tempo é o que me deixa mais pena e saudades da PDM.

Mas o mais importante, agora estou num novo projecto na Urbanos, parece-me que vou gostar bastante, hoje conheci parte da equipa e todos foram super amáveis e tentaram-me ajudar simpaticamente em tudo o que podiam. O local de trabalho é a pior parte, é muito mais longe da minha casa (apesar de em tempo de viagem ser pouca a diferença), e mais uma vez estou numa sala interior, sem janelas e sem luz natural. Uma coisa curiosa, mas que já tinha-me acontecido noutras empresas onde trabalhei, é que disponibilizam fruta à descrição o que é bastante bom para um comedor de fruta como eu, já não preciso de levar fruta de casa.

Quanto ao projecto em si parece-me muito ambicioso, informatizar e providência inteligência e automatismo a um enorme sistema, com implicações imensas parece-me um grande desafio para ser feito num curto espaço de tempo, mas o resultado final pode ser surpreendente. Inicialmente parece-me que vamos andar a apagar mini-fogos por todos os lados e aproveitar essa experiência para ir criando o sistema principal, estou curioso para ver como as coisas vão correr.

segunda-feira, abril 29, 2013

Triatlo do Estoril

Este domingo participei pela primeira vez num triatlo olímpico, que por sinal teve como organizador o meu clube a AHBE / 3 Iron Sports. O Triatlo do Estoril foi a primeira etapa do campeonato nacional de triatlo, por isso como era espectável marcaram presença os melhores triatletas nacionais.

No dia anterior tinha estado com o meu amigo e colega de equipa Nuno Felício, que me emprestou o fato isotérmico e o fato de triatlo, visto que o equipamento oficial do clube ainda não estava disponível para a prova, na altura comentei que gostava de fazer um tempo a rondar as 2h40m. Ele sabiamente me disse que seria complicado fazer esse tempo, mas mesmo assim não acreditei, faço treinos de natação de 5km, já fiz provas de bicicleta superiores a 200km num dia, já faço com alguma regularidade corridas superiores a 20km, não estava a ver o porquê de tal pessimismo.

Vamos à prova, primeira modalidade a natação, a água estava geladinha, até à primeira bóia sentia dores na nuca do frio, mas depois até me habituei à temperatura e consegui ir sempre dentro do pelotão. Sai da água com 28m30s, tendo em consideração que é mar e que me controlei bastante o tempo não foi nada que me envergonhasse. 


Nesta primeira transição demorei 3m30s, a minha inexperiência fez-me perder algum tempo, mas devo dizer que fiz as coisas calmamente. Avançando para a bicicleta, esta é a modalidade que é o meu tendão de Aquiles, tenho muito pouca experiência em bicicleta de estrada, a própria bicicleta também me tinha sido emprestada para a prova e não tinha feito sequer 5km nela.

Ao apanhar a primeira recta tiro a barra energética do bolso e começo a abrir a embalagem, quando nisto cai-me a barra pela parte inferior da embalagem e fico só com a embalagem na mão. Bem lá se tinha ido a única alimentação que tinha para a prova.

Todo o percurso de bicicleta me foi extremamente penoso, nunca consegui circular em pelotão tendo que enfrentar sempre as rajadas de vento forte que se faziam sentir, e cada vez que os mini pelotões passavam por mim a dobrar-me não tinha a mínima hipótese de acompanhar o ritmo deles, então as 2 últimas voltas ao circuito nas subidas sentia-me mesmo a desfalecer.


Acabei a bicicleta com 2h07m de prova o que faz que para 41km de bicicleta tenha demorado 1h35m, um tempo péssimo. Nesta altura cometi o único erro da prova, desmontei da bicicleta com os sapatos calçados e tive de correr pelo parque de transição com a porcaria dos sapatos com encaixes calçados, em vez de correr descalço, o meu discernimento na altura já não era o melhor, mesmo assim só demorei 2 minutos nesta transição.

Pensei que pelo menos conseguia fazer um tempo abaixo de 3h, visto que nunca tinha demorado mais de 50 minutos a fazer 10km. Rapidamente me apercebi que ia ser complicado, estava desgastadíssimo e já com dores no joelho direito. O percurso não facilitava os meus joelhos, inúmeras inversões de direcção com curvas a 180º, o que não possibilitava uma corrida constante. Nessa altura apercebi-me que estava mesmo mal quando o Pedro Santos, que apesar de estar com uma volta de atraso de mim, começou a ganhar terreno e recuperou cerca de 300 metros em relação a mim, acabando por me ultrapassar, não conseguindo eu manter a volta de avanço que tinha.


Acabei a prova com o  resultado de 3h04m, ou seja, demorai 55 minutos na corrida, um tempo mega discreto e sendo dos últimos que conseguiram terminar a prova. Tenho de treinar muito mais a bicicleta, para fazer melhor tempo nessa modalidade, e para não chegar tão desgastado à corrida o que provocou aquele desempenho miserável que tive na corrida. Próximo objectivo, acabar abaixo das 3 horas de prova.

terça-feira, abril 23, 2013

74ª Cascais-Oeiras-Lisboa

Com vista a apurar a forma participei no passado domingo na corrida de 20km entre o Casino Estoril e o Mosteiro dos Jerónimos. Esta corrida serviria como preparação para o próximo fim-de-semana, onde pela primeira vez vou participar num triatlo olímpico, tenho andado com algumas dores nos joelhos e não queria piorar.

Comecei a corrida a um ritmo calmo, na companhia do meu amigo Miguel Cartó com quem tenho feito alguns treinos e participado em algumas provas nos últimos tempos. O Carlos saiu 'disparado' mas não quis deixar o Cartó sozinho e como também não queria massacrar os joelhos deixei-me estar com ele.

Por volta dos 10km apanhámos o Carlos, nessa altura estávamos já a passar a um ritmo superior a 5min/km, o ritmo começava a não me interessar e notava que estava a piorar, então passado 1km disse que ia acelerar o ritmo que se conseguissem 'ir na corda' para aguentarem. Foi nessa altura também que fiquei sem bateria no GPS/cronómetro, logo perdi um bocado a referência do tempo que estava a fazer, e apesar de pensar que estava a aumentar o ritmo quando vi o cronómetro aos 15km vi que simplesmente estava a manter o ritmo de 5min/km.


A parte final foi terrível devido ao calor, teve calor durante toda a prova, mas naquela recta entre a Cruz Quebrada e Algés parecia que tinha o cérebro a cozer dentro da cabeça, eu que geralmente tenho um consumo muitíssimo baixo de líquidos devo ter bebido algo como 1 litro de água durante a prova. Nessa altura o joelho também me começava a incomodar por isso não valia a pena puxar muito mais porque o tempo final já não seria bom e podia piorar tendo em vista o triatlo do próximo fim de semana.

Segundo os resultados da prova, e lembro-me do cronómetro quando cortei a meta fiz 1h42m07s, infelizmente não tenho cronómetro nem nos resultados têm o tempo de chip, mas acredito que o tempo final real andasse a rondar a 1h41m, não deixa de ser um tempo muito mau, e vendo os resultados de toda a gente mesmo o vencedor acabou com um tempo muito discreto, por isso acredito que o calor tenha afectado bastante toda a gente.


segunda-feira, abril 15, 2013

O meu Top de séries

Agora que acabou a que foi para mim a melhor série de sempre, Spartacus, e depois de ver largas dezenas de séries acho que está na altura de fazer um ranking e analisar quais as séries que mais me prenderam ao ecrã. Neste ranking vou descartar séries do século passado, pois acho que não seria justo fazer um comparativo de séries como X-Files, Justiceiro ou MacGyver, culturas diferentes, tecnologias diferentes e filosofias diferentes em termos de história e de produção de séries.

Bem vamos primeiro ao pódio:



As duas primeiras séries considero que estão destacadíssimas em relação ao 3º classificado, se o Spartacus tiver nota 20 então o Game of Thrones terá 19,8 e o Prison Break 19. O Spartacus é uma série fenomenal baseada em factos verídicos e superiormente realizada. O Game of Thrones por seu lado é uma série que ainda está em exibição, baseada num conjunto de livros, que por sinal ainda não foram todos escritos, por isso o seu final continua no segredo do seu escritor. Em relação ao Prison Break é uma série que me diz muito, foi a 1ª série que me agarrou ao ecrã e recordo-me que vi a 2ª temporada em duas noites.

Para concluir o meu Top 10 não vou dar ranking às 7 séries que faltam, é me difícil dizer qual delas é melhor que a outra, em alguns momentos uma é melhor que a outra e vice-versa, apenas digo que são séries que considero imperdíveis.
Além destas séries ainda sou obrigado a fazer algumas menções honrosas a mais uma dúzia de séries, apenas posso por 10 no Top 10, mas não me posso esquecer de séries como: Suits, Burn Notice, The 4400, Stargate SG1 (até à 7ª temporada), Stargate Atlantis, Lost (primeiras temporadas), Heroes (primeiras temporadas), Fringe (primeiras temporadas), Luther, Hunted, Legend of the Seeker e The Event.

Para quem notou a única série que nem é cómica mas que tem cenas cómicas que aqui coloquei foi o Burn Notice. O facto de não ter colocado séries cómicas não é pelo facto de achar que estas não têm qualidade, apenas não é o que procuro numa série, estou a lembrar-me por exemplo da série The Big Bang Theory, que acho muito boa.

E não, não me esqueci de referir as séries The Walking Dead, True Blood, Once Upon a Time, The Vampire Diaries ou Supernatural, apesar de saber que estas séries têm enormes legiões de fãs, não as consigo por como séries de topo, se já viste todas as séries que referi anterirormente, então vê estas, tirando isso tens coisas muito melhores para ver.

segunda-feira, abril 08, 2013

Comando Challenge

Este domingo realizou-se o Comando Challenge, uma prova não competitiva na base de comandos na Carregueira. Começando pelo fim acho que esta prova deve continuar a ser não competitiva, há certas zonas que se podem tornar algo perigosas quando são feitas por muita gente e tendo como objectivo fazer rápido, por isso acho que isto deve continuar a ser não competitivo promovendo a entre ajuda entre os atletas.


Quanto à prova em si foi brutal, os obstáculos estavam bem conseguidos, e apesar de não serem um desafio de ultrapassar ou chegar aos limites, foram obstáculos do género de parque de recreio/diversões para adultos.

Os pontos negativos da prova foi a falta de abastecimento, só água e já muito perto do final e o tempo de espera nos túneis onde só podia passar uma pessoa de cada vez, pareciam as filas dos parque aquáticos em pleno Verão.

Se é para repetir, sem dúvida e especialmente se for com um grupo grande onde o convívio seja o principal aliciante.