segunda-feira, novembro 24, 2014

Concerto OneRepublic

Para começar não confundir One Direction com OneRepublic, só veria um concerto de One Direction depois de ter cortados os pulsos e me ter esvaído em sangue. Devo dizer que ia para o concerto com expectativas moderadas, apesar de considerar uma boa banda o género musical não é bem que normalmente vejo em concertos. Depois do concerto só tenho a dizer - "Que concerto FENOMENAL!".


Dificilmente poderia pedir melhor concerto, estes OneRepublic só confirmaram a impressão que tinha deles serem uma grande banda, bons musicalmente, instrumentalmente, na composição e talvez a melhor voz masculina que já ouvi ao vivo. Ainda para mais fiquei com a ideia que são uma manda extremamente versátil a nível de estilo, acredito que se eles tocassem música clássica seriam igualmente bons, assim como se tocassem new metal.


Como nota final, e devido a ter ido ao concerto, não consegui ir à prova Klodinke Lisboa, apesar de estar inscrito. Além de me ir divertir de certeza, porque adoro este tipo de provas, o facto é que a equipa pela qual eu ia participar ganhou a prova no meio de centenas de equipas. Vou pensar que se eu tivesse participado teria induzido a equipa numa decisão incorrecta que não os deixaria ganhar a prova, assim não se torna tão frustrante não ter ido à prova. Aliás, já é a segunda prova este ano que não consigo ir e a equipa pela qual iria acaba por ganhar...começo aqui a ver um padrão, eu sou o elo mais fraco e quando pedir substituição candidatem-se porque a equipa vai ganhar! Mas não posso deixar de ficar contente pelo Pedro, os meus parabéns e não te esqueças de mim para o ano que vem quando for para fazer a equipa.

quinta-feira, novembro 20, 2014

Diferença de mentalidade

Esta semana ando muito blogueiro, deve ser pelas condições climatéricas depressivas e por isso venho para aqui descarregar o meu mau feitio acumulado. Depois de já ter escrito algumas coisas sobre a mentalidade das empresas de TI portuguesas, e estando agora a trabalhar para uma empresa britânica, hoje fui agradavelmente surpreendido por uma situação, e para provar que não sei só dizer mal aqui vai a situação que se passou.

Temos cá no escritório um visitante britânico, que veio cá durante uns dias no âmbito do projecto, e hoje a primeira coisa que disse para um colega meu foi algo do género - "Passa-se alguma coisa? Ontem quando saí ainda ficas-te, hoje chego já estás cá, passa-se algum problema?" - devo de admitir que ainda fico um bocado perplexo e espantado pela positiva com este discurso, vindo ele de uma pessoa hierarquicamente superior.

Agora, e porque tenho de dar a minha garfada, vou especular o que diria a mesma pessoa com a mentalidade portuguesa - "Então ontem acabas-te de resolver o problema critico que tinhas? Eu só pude chegar agora porque tive assuntos importantes a tratar agora de manhã, mas espero que já tenhas fechado todos os assuntos pendentes porque é urgente isto estar pronto!" (sim, não foi inocente a utilização das palavra "critico", "importante" e "urgente" no mesmo raciocínio, algo comum como forma de exercer pressão psicológica).

quarta-feira, novembro 19, 2014

Qual a nutrição correcta para um atleta?

Esta é uma pergunta demasiado aberta, muitas variáveis há que ter em consideração, idade, sexo, tipo de actividade, tempo da actividade, temperatura, etc. Como alguém que pratica desporto e em provas com alguma regularidade já sentia falta de ter uma opinião mais profissional sobre o assunto, não é que a troca de experiências entre atletas não seja uma boa fonte de informação, mas às vezes pode-se tornar contraditória devido à multiplicidade de variáveis a considerar.

Este último fim de semana a 3Iron Sports/AHBE promoveu uma pequena formação com a nutricionista Solange Fernandes, apesar de ter sido curta foi bastante enriquecedora. Focada não só na nutrição no pré, durante e pós treino, mas também um pouco no dia-a-dia de um atleta que quer estar preparado para conseguir fazer provas de fundo. Fundamentalmente nós somos o que comemos, por isso na minha opinião uma boa nutrição pode ajudar tanto a ter uma boa performance como um bom plano de treinos. Deixo aqui os slides da formação, espero que sejam uma boa fonte de informação para outras pessoas como foram para mim.

segunda-feira, novembro 17, 2014

30 dias sem carta

-"Então a quanto foste apanhado? A que velocidade ias?" - São estas as perguntas que me fazem, mas não, pelo menos que fosse isso, que fosse uma multa a sério, na verdade ainda tem a ver com a multa que apanhei em Janeiro por...andar na berma de mota!!!

Isto é mesmo o cumulo do ridículo, 30 dias sem carta por isto, quando conheço pessoas que já foram apanhadas 2 vezes em excesso de velocidade e só pagaram a multa. Mas sim, eu sou um vil infractor do nosso exemplarmente bem escrito código da estrada, por isso estou justamente impedido de conduzir por um mês devido a um muito grave acto ilícito. 

Bem pelo menos não preciso de carta para conduzir bicicleta, acho que esta apreensão de carta foi encomendada pelo clube para me obrigar a treinar mais.

segunda-feira, novembro 10, 2014

Estágio Mais Taekwondo 2014

Já começa a ser um dos pontos altos do ano o estágio de Taekwondo, foi a 3ª vez que fui nos últimos 4 anos e se ao longo dos anos o grupo tem mudado, a verdade é que a simpatia e o companheirismo para com o 'gajo de fora', o 'wanna be', o 'membro honorário' continua a mesma e sempre que vou sinto-me como se fizesse parte do grupo como qualquer outra pessoa.

Este ano o estágio foi perto da Figueira da Foz, na serra da Boa Viagem, mais uma vez se vem comprovar que não é preciso ir para muito longe para conhecer locais belíssimos e que o nosso país, com todos os defeitos que tem, é um lugar maravilhoso para se viver.


O dia de sábado foi passado num sobe e desce constante dentro da serra, com pequenas provas e jogos que me fizeram lembrar o Survival, não tivesse o Paulo participado no Survival Xperience. A única coisa mais chata foi a chuva constante, se tornava o caminho mais interessante, o desafio era maior e a colaboração para passar algumas partes tornava-se obrigatória, a verdade é que quando parávamos a temperatura corporal baixava rapidamente. Fiquei também bastante contente por ter tido poucas dores abdominais, acho que a minha pubalgia está a ir no bom caminho da recuperação.


Ao jantar já o tradicional esparguete à bolonhesa cozinhado em doses industriais para quase 30 comilões, famintos depois de um dia cansativo. Mas não cansativo o suficiente, ainda houve energia para ir até à Figueira da Foz dar uma voltinha rápida pelo casino e um pezinho de dança lá numa discoteca mesmo ao lado.

O domingo foi bem mais calmo, tivemos sorte com o tempo e a chuva deu tréguas durante uns breves momentos onde aproveitámos para ir à praia jogar rugby, ou pelo menos para nos arranharmos com a areia da praia e conseguir algumas esfoladelas e nódoas negras. O que vale é que a brincadeira também não durou mais de 30 minutos que pareceram uma eternidade, estávamos todos mega cansados. E foi assim, e agora que venha o estádio de 2015!

quarta-feira, outubro 22, 2014

Como está a tua forma física?

Existem muitas maneiras de aferir a forma física de cada um, algumas mais cientificas, algumas mais exactas, outras mais demoradas, mas não existe nenhuma forma única ou standard para o fazer. Esta semana dei com um site, o "World Fitness Level" que dispõe de um simples questionário que ajuda a responder a esta pergunta. Não sei o quão exacto ou fidedigno é o resultado, mas é bastante simples e rápido o questionário e as perguntas parecem-me fazer algum sentido. Fica aqui o meu resultado e o meu desafio aos meus amigos para fazerem o questionário.


A única coisa que está esquecida aqui é que com 20 anos eu não tinha lesões, e quando tinha pequenas mazelas rapidamente me recompunha, agora a PDI é lixada e começam-se a tornar irritantemente frequentes.

quarta-feira, outubro 15, 2014

Ser pago ao dia

Desde que trabalho como trabalhador independente vejo algumas coisas de maneira diferente, e começo a perceber porque a nossa lei do trabalho é tão má que ao querer defender tanto os trabalhadores acaba por os prejudicar, porque torna o país pouco atractivo para empresas e empreendedores. Mas isto dá uma grande conversa, se calhar noutro post falarei um pouco mais do assunto, neste post vou-me cingir à minha experiência quanto a receber ao mês fase a receber ao dia.

Para mim receber ao dia tem imensas vantagens fase a receber ao mês, para já é mais justo, qual a lógica de receber o mesmo num mês onde trabalho 18 dias fase a um mês que trabalho 23 dias, estamos a falar de uma diferença superior a 20%? Ganha mais quem trabalha mais, é justo.

Depois qual a lógica de existir mês de férias e 13º mês? Antes dos defensores dos trabalhadores e oprimidos me começarem a bater pensem bem...se esse valor estivesse diluído pelos dias em que se efectivamente trabalha, os trabalhadores teriam acesso a esse dinheiro mais cedo e não poderiam haver os famigerados cortes nos subsídios, pois eles não existiam.

E quando o teu chefe chegar ao pé de ti e disser - "Este fim-de-semana é preciso um esforço extra por isso é necessário vires trabalhar." - está bem venho trabalhar mas recebo mais um/dois dia no meu ordenado. Com isto queria ver se os chefes não começavam a pensar pelo menos 2 vezes antes de pedir "esforços extra".

E se o governo se lembrar de cortar nos feriados...está bem cortem para aí a vontade, vou ganhar mais por ir trabalhar agora nesse dia, ao contrário se recebesse ao mês que iria ganhar a mesma coisa.

Existe sim um ponto negativo, se ficar doente ou for de férias não recebo nesses dias, mas como já recebo mais nos dias em que trabalho, nesse período que não vou trabalhar terei o fundo maneio necessário.

segunda-feira, outubro 06, 2014

Maratona de Lisboa 2014

Vou começar um bocadinho antes da maratona, mais propriamente na 2ª feira antes da prova. Fui jogar futebol e a correr sozinho sem estar com a bola ou alguém por perto, senti uma dor aguda forte na zona abdominal inferior, agora vejo que é uma dor idêntica à que tive no início do ano. 

Nessa altura entrei na 1ª fase, a negação - "Isto não é nada é só um mau jeito amanhã já estou bem" - na 3ª feira de manhã acordo ainda com a dor, entro na 2ª fase, a esperança - "A corrida é só domingo até lá recupero" - na 6ª feira entrei na 3ª fase, a resignação - "Ok, não vai dar para fazer a prova...".

No domingo acordei cedo, tinha deixado o equipamento todo preparado no sábado à noite, estava com dores mas decidi ir fazer a prova de qualquer maneira, fosse para fazer 1km fosse para fazer a prova toda, pelo menos ia tentar. Saio de casa e começo a dar umas corridinhas até ao local da partida...péssimas sensações, a andar doía-me, a correr a dor era mesmo aguda, pensei que ia dar só volta a Cascais e acabava logo ali a prova.

Começa a corrida e nos 3 primeiros quilómetros dentro de Cascais as sensações eram boas, pensei pela primeira vez que tinha hipóteses de acabar a prova. Aos 10kms passei com 53m30s, não estava mal, estava a fazer uma média que me possibilitava melhorar o tempo do ano passado. Quando estava dentro do quilómetro 12, as dores começaram a vir com mais força, passando da zona abdominal para a virilha, passou a bandeira das 4h por mim, passou o Bruno Martinho por mim e eu sem capacidade para seguir porque estava a ficar com dores incómodas. Tive de diminuir muito a velocidade e aí comecei a ver que dificilmente iria aguentar até ao final, passa o Zé Correia por mim em Oeiras e eu cada vez mais incapaz de seguir. À chegada de Caxias disse para mim mesmo que ia fazer até à meia maratona e se nessa altura estivesse com mais de 2h que não valia a pena continuar, ia fazer pior tempo que no ano passado e podia agravar a minha lesão.

Ao passar pela Cruz Quebrada já ia com 2h, passa o Sérgio por mim e ainda me pergunta se precisava de algo, disse-lhe para seguir que eu ia parar em Algés e vinha de volta para casa de comboio. Ao passar a meia maratona ia com 2h05m, daí até Algés foi seguir a trote agarrado à zona abdominal. Nessa altura passou o Pedro e o Edgar por mim a um ritmo muito certinho, aliás tenho de dar o parabéns ao Pedro, o ritmo dele foi exactamente igual na primeira e segunda metade da prova, grande capacidade de controlo.
Foram ainda 22 quilómetros que fiz, fiquei super triste porque tinha feito uma boa preparação, estava a fazer bons tempos, este ano tinha tido bons resultados e sentia que ia conseguir um dos objectivos desta época que era na maratona aproximar-me das 3h30m. De qualquer forma fiz o meu melhor, mesmo limitado tentei, mais não podia ter feito, a única coisa que vou fazer diferente a partir de agora é quando tiver provas importantes nessa semana não vou aos jogos de futebol. Agora é recuperar e tentar estar bem para daqui a 3 meses na S. Silvestre da Amadora, se recuperar vou tentar num percurso difícil como é a S. Silvestre da Amadora fazer um tempo a rondar os 40 minutos.

sexta-feira, setembro 19, 2014

Cifrar em SQL com chave pública

Bem, vou começar pelo pré-requisito de obter uma chave pública para o teste, normalmente a chave pública será fornecido por uma entidade credível, neste exemplo em particular vou gerar a minha própria chave para o teste.
  1. Obter o certificado com o par chave pública/privada
    1. Ir ao IIS e escolher Server Certificates.
    2. Criar um certificado auto assinado (assumir que o nome dado ao certificado é test.pfx).

  2. Ir a linha de comandos e extrair a chave pública do certificado com o comando: sn -p text.pfx test.snk
  3. Registar a chave pública no SQL:
    IF (select count(*) from sys.asymmetric_keys where name = 'testKey') <> 0
    BEGIN
           DROP ASYMMETRIC KEY testKey
    END
    CREATE ASYMMETRIC KEY testKey 
    FROM FILE = N'test.snk'

  4. Usar a chave pública:
    DECLARE @AsymID INT;
    SET @AsymID = ASYMKEY_ID('testKey');
    PRINT ENCRYPTBYASYMKEY(@AsymID, 'Valor a cifrar')
Uma nota final, não averiguei o motivo mas a cifra feita pelo SQL faz byte reverse, se a descifra for feita noutro local que não o SQL isso tem de ser levado em consideração.

segunda-feira, setembro 15, 2014

Aquashow

tinha ido ao Aquashow nas minhas férias de 2006 (bolas já foi há tanto tempo, quase no início aqui do blog), ainda me lembrava do parque, mas desde há 8 anos o Aquashow já foi reformulado tendo novas atracções, e era mais nessa perspectiva que queria ir novamente ao Aquashow.

Dentro das novas atracções, 2 destacam-se para os amantes de adrenalina, o Top Swing e o Air Race. O Top Swing basicamente é um pêndulo gigante, que além disso roda sobre si próprio, foi a primeira atracção que experimentei, e se ao início parecia soft, quando aquilo alcança a velocidade e amplitude máxima dá para chocalhar um bocado. Logo de seguida fui ao Air Race, que é um carrossel, mas que os aviões sobem e descem ao mesmo tempo que rodam sobre si. Se já sai um bocado amassado do Top Swing ao sair do Air Race a única coisa que procurei foi um caixote do lixo porque o meu estômago de donzela estava a provocar refluxos. Só consegui andar uma vez em cada uma destas atracções, o meu estômago não quis colaborar, mas são mega divertidas.


Mas o clímax do parque para mim continua a ser o White Fall, super divertido! Como parque temático o Aquashow é um bom parque, não é grande como por exemplo a Isla Mágica, mas as atracções que tem são muito boas. Como parque aquático para mim está atrás do Slide & Splash, se queremos atracções puramente de água o Slide & Splash é melhor, se queremos atracções mais radicais e coisas que não sejam só aquáticas o Aquashow é melhor.